“E então toda sua vida, seus sentimentos, suas memórias e lembranças começam a se passar, como num flashback. As coisas começam a ”acontecer”, como se fossem reais. Tudo aquilo que você nunca iria esperar que virasse real; e o irreal completam-se. Seus sonhos começam a ser imediatos demais e as lembranças descartadas, como cartas em um baralho. Qual então é o sentido disso tudo? Por que esse barco começa e não termina? Por que as ondas não levam tudo de uma vez? Por que elas tem que vir em partes? O flashback retrata sua vida, mas se passa em um pequeno - e inesquecível - minuto de aperto. Por que as coisas tem que ser assim?”